Café Filosófico 2010 – Mosteiro de São Bento

Retornando às atividades em 2010, a Faculdade de São Bento de São Paulo juntamente com o Instituto Jacques Maritain do Brasil lançam a 2ª Temporada do Café Filosófico.

Em 29 de março de 2010 teremos então o primeiro deles dirigido pelo Professor Franklin Leopoldo e Silva, da USP e Faculdade de São Bento sob o Tema:

“Liberdade e compromisso no existencialismo de Sartre”.

O Café Filosófico São Bento acontece no Café Girondino ao lado do Mosteiro no Centro de São Paulo, das 17:00h às 19:00h.

Publicado em:  on 9 09UTC fevereiro 09UTC 2010 at 23:12 Deixe um comentário

Economia e vida na perspectiva da encíclica Caritas in veritate

Para a Campanha da Fraternidade Ecumênica de 2010, cujo tema é a economia, o Núcleo Fé e Cultura organizou o livro Economia e vida, na perspectiva da Caritas in veritate, que busca ser um instrumento para aprofundar a reflexão sobre as implicações sociais, econômicas e políticas da Doutrina Social da Igreja na atualidade, partindo da última encíclica de Bento XVI.
Esta obra é um importante subsídio para grupos de estudo e pessoas interessadas em aprofundar tanto a reflexão sobre o tema da Campanha da Fraternidade quanto sobre a Doutrina Social da Igreja. Conheça o livro e colabore conosco, divulgando a obra, indicando-a para amigos e colaboradores, disponibilizando o endereço eletrônico para download em sites e blogs, etc. O livro conta com a colaboração de 16 autores, do Brasil, Itália, França, Alemanha, Estados Unidos, Argentina e Peru, que discutem de forma provocativa e propositiva a recente crise econômica e os grandes desafios para o desenvolvimento econômico e para a justiça social. Muitos deles fazem parte do Observatório Internacional Cardeal Van Thuân para a Doutrina Social da Igreja – organismo internacional que busca acompanhar e colaborar com as atividades do Pontifício Conselho Justiça e Paz, do Vaticano, e participaram como colaboradores na redação da Caritas in veritate.
 
Endereço eletrônico para download do livro: http://www.pucsp.br/fecultura/banner_livro.html

Publicado em:  on at 22:35 Comentários (1)

ROTA ANTIGA DOS HOMENS PERVERSOS

Saiu a mais nova tradução de René Girard – “Rota antiga dos homens perversos”. O livro é publicado pela PAULUS e traduzido por Tiago Risi – nosso grande amigo. Nele, o antropólogo e ensaísta francês, membro da Academia Francesa desde 2005, analisa o livro de Jó como mito fundador da sociedade dos homens, com vistas a identificar na literatura arcaica elementos que têm muito em comum com a realidade presente. Assim como Jó foi eleito bode expiatório do seu povo, na contemporaneidade ainda podemos presenciar a seleção de bodes expiatórios por regimes totalitários, como o nazismo e o comunismo. A grande contribuição do livro, é o brilhante paralelo que Girard estabelece entre Jó e o Cristo: ambos contestaram as estruturas de poder e dominação de seu tempo; ambos defenderam a Verdade, e dela não se esquivaram, sob o risco de perderem a vida e serem condenados injustamente.

A propósito de tão importante obra, vejam o artigo publicado no Caderno 3 do Diário do Nordeste, com calorosos elogios à obra e à tradução:
 
http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=729605

Publicado em:  on at 12:45 Comentários (2)

EXPOCATÓLICA 2010

Publicado em:  on 30 30UTC janeiro 30UTC 2010 at 22:03 Comentários (1)

Beneditinos no Haiti

Haiti: Beneditinos abrem mosteiro a vítimas do terramoto Depois do devastador terramoto no Haiti, os Beneditinos Missionários da Congregação de St. Ottilien (Alemanha) colocaram à disposição do mosteiro da congregação que se encontra em Morne Saint Benoit, a cerca de 65 km da capital, Port-au-Prince, um total de 20 mil euros provenientes do seu fundo para catástrofes, para ajudas de emergência. “Estamos felizes por os nossos irmãos do mosteiro de Morne Saint-Benoit terem saído ilesos do grave terramoto”,afirma o Arqui-abade Presidente, Padre Jeremias Schröder OSB, em nota enviada à Agência Fides. “Assim, o nosso mosteiro pode ajudar as vítimas. As primeiras vítimas provenientes da capital completamente destruída já foram acolhidas, e entre elas, estão 15 órfãos. Todos os dias chegam à região outras pessoas vindas de Porto Príncipe, em busca de ajuda”, acrescenta.

Publicado em:  on 28 28UTC janeiro 28UTC 2010 at 22:48 Deixe um comentário

Exposição no Mosteiro de São Bento – Redenção para a cracolândia

Exposição aberta hoje no Mosteiro de São Bento leva imagens de cenário de zumbis para capela

Jornal da Tarde, 25 de Janeiro de 2010 – Fábio Mazzitelli, fabio.mazzitelli@grupoestado.com.br

O cenário de zumbis da cracolândia ganhou ares sagrados dentro da até então restrita capela do colégio do Mosteiro São Bento. Parte da exposição Arte e Espiritualidade, aberta hoje ao público, é uma videoinstalação do artista e monge Carlos Eduardo Uchôa, que levou ao altar do templo imagens de usuários de crack vagando pelas ruas do centro, cena que se cristalizou na capital nos últimos anos. O monge afirma que a ideia não é chocar nem denunciar, e sim sensibilizar o público, sobretudo os paulistanos, para o problema, que se tornou um cartão postal às avessas da cidade.

Dom Eduardo Uchôa na capela do Mosteiro

“Há uns dois anos que ando por lá e fico impressionado com a questão da violência. Vivemos em um mundo com guerras étnicas e muitos conflitos e em São Paulo isso se reproduz aqui no centro”, afirma Uchôa. “O olhar diário é superficial e de consumismo e as pessoas se sentem em um tempo diferente da rua. Mas somos tudo isso e vivemos essa duplicidade. Também somos os meninos da cracolândia”, acredita Uchôa.

A obra do artista e monge, também professor e reitor da Faculdade São Bento, tem o título sugestivo de “Redenção”. O vídeo foi feito pelo próprio Uchôa, que saiu de carro às ruas do Centro no entardecer de 6 de janeiro com uma ideia e uma câmera na mão.

“Os meninos com cobertor na cabeça e andando juntos parecem zumbis, mas não é um vídeo denúncia. Fiz uma coisa muito sutil, aludindo ao drama deles. Não quero fazer algo chocante”, afirma o monge, que espalhou bíblias e livretos sagrados pelos bancos da capela. “Proponho a internalização da solidariedade humana mais profunda, que tem a ver com essa espiritualidade daqui.”

A capela que acolhe o trabalho do monge foi construída em 1937 no terceiro andar do Mosteiro de São Bento e nunca havia sido aberta ao público – só os alunos do Colégio São Bento tinham acesso, mesmo assim, restrito.

Além do vídeo da cracolândia – que conta também com gravações da Rua da Consolação e da Avenida Paulista e se alternará com imagens em tempo real do vizinho Vale do Anhangabaú –, a instalação conta com um tapete de espuma branca que cobre o caminho para o altar da “redenção”, no qual só é possível pisar após tirar os sapatos. “É uma forma de sensibilizar”, diz Uchôa.

Ontem, na abertura para convidados, o monge conversou com a reportagem durante 30 minutos sobre o tapete branco da capela. Nesse intervalo, foi cumprimentado por 11 pessoas, algumas emocionadas com o trabalho. “Posso ver aqui o poder da arte e da fé. Isso é muito importante”, diz Joana Baraúna, funcionária pública.

 

A videoinstalação é o ponto alto da exposição montada em 21 espaços de três andares do mosteiro. Algumas das salas hoje abertas eram secretas, de uso só dos frades. A exposição vai até 21 de fevereiro e é assinada também por Marco Giannotti e José Spaniol. 

Publicado em:  on 25 25UTC janeiro 25UTC 2010 at 23:09 Deixe um comentário

A modernidade ocupa o Mosteiro de São Bento de São Paulo

Exposição reúne três artistas contemporâneos que dialogam com arquitetura românica do São Bento

Antonio Gonçalves Filho – O Estado de São Paulo – 25 de Janeiro de 2010

Alguém já disse que os intelectuais rejeitam a percepção porque esta leva a emoções profundas – para não dizer à espiritualidade, palavra que o dicionário da arte contemporânea parece ter expurgado. Pois foi justamente numa conversa entre intelectuais, o pintor Marco Giannotti e o monge Carlos Eduardo Uchôa, durante a exposição do primeiro no Gabinete de Arte Raquel Arnaud, em maio do ano passado, que o assunto arte e espiritualidade veio à tona. Presos a um esquema em que a arte ficou refém do mercado, ambos cogitaram a possibilidade de escapar dos cubos brancos das galerias para ganhar um espaço público pouco convencional. E nenhum lugar parecia mais adequado para discutir a relação arte e espiritualidade que um mosteiro. Até porque o monge artista Carlos Uchôa, autor de uma tese sobre Picasso, é beneditino, o de São Bento foi escolhido para abrigar uma exposição onde 16 salas são ocupadas por pinturas, fotos, vídeos e instalações dos dois artistas citados mais o parceiro da dupla, José Spaniol.

Projeto e intervenção contemplado com a verba de um programa do Iphan e patrocinado pela Petrobrás, a exposição Arte e Espiritualidade tem uma proposta ousada: a de dialogar com a arquitetura do mosteiro, um prédio construído no estilo românico das grandes abadias europeias e sufocado pela eclética arquitetura dos vizinhos no centro de São Paulo. Há na mostra desde pinturas de grandes dimensões, que representam temas como o das 14 estações da via-crúcis, executadas por Giannotti e Uchôa, até uma instalação de troncos de eucaliptos que representam o firmamento, passando por genuflexórios fixados de ponta-cabeça no teto dos parlatórios, que dão a eles um aspecto de cenário de um filme de William Friedkin – essas duas últimas obras assinadas por Spaniol. Há ainda lugar para fotografias líricas que evocam a espiritualidade por meio de sombras projetadas em piscinas e em rochas, ambas reveladoras das semelhanças da linguagem artística de Giannotti e Uchôa.

O monge, que mantém seu ateliê ao lado do mosteiro, observa que as suas não são obras de arte religiosa stricto sensu. Ele não se dedica a nenhum tipo de arte sacra, mas existe, segundo o artista, uma religiosidade que perpassa o trabalho. Uchôa, que pintou os passos da Paixão desafiado por Giannotti, realizou a série de 14 telas pensando nas estações como uma “experiência de passagem”, em que as figuras surgem e desaparecem no quadro, provocando o olhar do espectador. Autor de pinturas claras, que usavam o branco com a liberdade de um Cy Twombly, nessa série proliferam os vermelhos, trazendo uma carga de violência ausente em seus trabalhos anteriores.

Uchôa vê na arte contemporânea – mesmo nas instalações escatológicas de Damien Hirst e nas mutilações de Marina Abramovic – uma certa espiritualidade resultante da experiência do sofrimento, da dor. Para Giannotti, a arte contemporânea não aboliu a espiritualidade, apenas mostrou que “a beleza não está mais no deleite da contemplação, mas no juízo de alguém que busca um mundo melhor”. E lembra inúmeros exemplos de artistas que fizeram do credo de Kandinski – de que toda grande arte é espiritual – obras monumentais, como as capelas assinadas por Matisse, Rothko, Volpi e pelo arquiteto suíço Peter Zumthor, prêmio Pritzker de 2009.

Sobre o papel da espiritualidade na arte contemporânea, José Spaniol, evocando o exemplo do alemão Joseph Beuys, mostra como é possível tratar figuras da simbologia cristã fora da tradição sem ser ofensivo. Sua instalação Ascensão é simples: são armários suspensos por estacas de eucalipto. A verticalidade é intencional. Basta apenas olhar para o alto. É para lá que aponta sua arte.

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Mais de 4.000 pessoas visitaram o Mosteiro de São Bento de São Paulo, hoje, dia 25 de Janeiro de 2010 – Aniversário de São Paulo.

Já às 9h do dia 25 de Janeiro, fila quilométrica em frente ao Mosteiro de São Bento

Os monges do mosteiro oferecem com carinho este presente aos paulistanos nesta data tão importante.

a exposição “Arte e Espiritualidade” fica aberta até o dia 21 de Fevereiro, quande haverá seu encerramento com um concerto de Cravo e violoncelo no Teatro do Mosteiro ao Meio-dia.

visitas guiadas das 13:00h às 17:00h para grupos.

Publicado em:  on at 23:04 Deixe um comentário

No dia do aniversário de SP, Mosteiro de São Bento abre alas secretas

Fonte: G1

A atendente Rosângela Cristina da Silva, de 49 anos, trabalha no Mosteiro de São Bento e, para ela, o interior da capela do colégio é um mistério ainda não revelado. Não será mais a partir desta segunda-feira (25), quando o monumental prédio ocupado por 42 monges no Centro de São Paulo abrirá alas até então fechadas ao púbico para a exposição “Arte e Espiritualidade”. A inauguração da mostra coincide com o aniversário de 456 anos da cidade.
“Trabalho aqui há cinco meses e nunca estive lá. Tenho essa curiosidade. Dizem que a capela é linda e é uma felicidade podermos entrar. É como se os monges nos convidassem para visitar a casa deles”, conta a moça, que trabalha na lojinha do local, vendendo os pães e biscoitos que os beneditinos fazem. 

Além da capela do colégio, a ala dos parlatórios (onde os monges dão aconselhamentos espirituais), salas que têm vista para o jardim do claustro e a chamada “Sala do Papa”, onde Bento 16 saudou o público em sua passagem em 2007, abrirão suas portas aos visitantes. Só um grupo seleto de pessoas conhece essas dependências. Situação que o monge e artista plástico Carlos Eduardo Uchoa achou que deveria mudar.

“Nossa ideia não era só dar uma mordidinha no mosteiro, mas fazer uma ocupação por inteiro do espaço”, conta ele, justificando a abertura das alas secretas. Junto com Uchoa, José Spaniol e Marco Giannotti apresentam pinturas, fotografias, vídeos e instalações. Na quinta-feira (21), o G1 visitou o prédio e conversou com Uchoa e Spaniol enquanto eles terminavam os preparativos para a exposição.Redenção

“É a primeira vez em 412 anos (época em que os primeiros monges beneditinos chegaram a São Paulo) que teremos uma mostra de arte contemporânea aqui”, diz Uchoa. Os espaços de “Arte e Espiritualidade” foram batizados com nomes que remetem à religião.Um dos que prometem chamar mais a atenção dos visitantes é o “Redenção”, o derradeiro a ser visto. Criado por Uchoa, ele fica dentro da capela do colégio, no terceiro e último andar. “É o coração do mosteiro, o lugar mais interior”, conta o monge-artista.

Ali, entre os bancos do pequeno templo, em direção ao altar, haverá um tapete branco acolchoado, como se todos caminhassem nas nuvens. É preciso tirar os sapatos. No fim da travessia, o monitor passará para o público o vídeo “Cracolândia – consolação paulista”, feito por Uchoa. “Você vai chegar lá e ver o crack, a Cracolândia. São os paradoxos. Tentamos trazer o interior para o exterior”, explica o monge. 

Firmamento

Os três artistas procuram em seus trabalhos “dialogar” com as questões da religião, do cotidiano e até com o que o mosteiro pode oferecer. Foi o que José Spaniol fez. Elevou armários esquecidos em uma sala no espaço que batizou de “Firmamento”. O mobiliário é sustentado por toras de eucalipto e vai até o teto. “Foi o jeito que encontrei de me aproximar de um tema da religião, que são as ascensões”, explicou Spaniol. 

“Arte e Espiritualidade” fica no mosteiro até 21 de fevereiro e a entrada é gratuita. Para evitar que haja confusão ou dano ao patrimônio, as visitas do público serão guiadas por monitores de hora em hora. Uchoa garante que o descanso divino dos monges que vivem na clausura não será perturbado com a movimentação intensa de visitantes. “Eles estão animados. É mais um diálogo com a cidade.”

Serviço:
Local: Mosteiro São Bento [www.mosteiro.org.br]
Endereço: Largo São Bento s/n – Centro [em frente ao Metrô São Bento]
Horários: de terça a sexta, das 13h às 17h (segunda, dia 25, a abertura é exceção); sábados e domingos, das 10h às 17h.

Para ver védeo e fotografias acesse:

http://g1.globo.com/Noticias/SaoPaulo/0,,MUL1459412-5605,00-NO+DIA+DO+ANIVERSARIO+DE+SP+MOSTEIRO+DE+SAO+BENTO+ABRE+ALAS+SECRETAS.html

Publicado em:  on at 11:40 Deixe um comentário

Papa Bento XVI sugere aos Padres e religiosos a criarem Blogs

VATICANO - Por Deus, tenham um blog!, disse o papa Bento XVI aos padres católicos neste sábado, afirmando que eles devem aprender a usar novas formas de comunicação para disseminar as mensagens do evangelho.

Em sua mensagem para a Igreja Católica no Dia Mundial da Comunicação, o papa, de 82 anos e conhecido por não amar computadores ou a internet, reconheceu que os padres devem aproveitar ao máximo o “rico menu de opções” oferecido pelas novas tecnologias.

“Os padres são assim desafiados a proclamar o evangelho empregando as últimas gerações de recursos audiovisuais – imagens, vídeos, atributos animados, blogs, sites – que, juntamente com os meios tradicionais, podem abrir novas visões para o diálogo, evangelização e catequização”, disse ele.

Os padres, disse ele, precisam responder aos desafios das “mudanças culturais de hoje” se quiserem chegar aos mais jovens.

Mas Bento XVI alertou os padres de que não tentem se tornar estrelas da nova mídia. “Os padres no mundo das comunicações digitais devem ser mais chamativos pelos seus corações religiosos do que por seus talentos comunicativos”, disse ele.

No ano passado, um novo site do Vaticano, www.pope2you.net, foi lançado, oferecendo um novo aplicativo chamado “O Papa se encontra com você no Facebook” e outro permitindo acesso aos discursos e mensagens do papa nos iPhones ou iPods dos fiéis.

Bento XVI também escreve a maior parte de seus discursos à mão, em alemão, e seus ajudantes mais jovens ficam encarregados de colocá-los em conteúdo digital.

Fonte: Reuters

Publicado em:  on 24 24UTC janeiro 24UTC 2010 at 0:07 Deixe um comentário

Exposição revela um Mosteiro de São Bento “desconhecido” em São Paulo

Veja fotos da Exposição “Arte e Espiritualidade” que será realizada no Mosteiro de São Bento de São Paulo no Próximo dia 25 de Janeiro (aniversário da Cidade).

Capela do Colégio de São Bento - primeira vez aberta ao público

A amostra reúne obras dos artistas Marco Gianotti, José Spaniol e Carlos Eduardo Uchôa (que é monge do Mosteiro). Serão abertas salas do Colégio e Faculdade de São Bento, Sala de leitura da Biblioteca, Teatro, parlatórios corredores diversos, Sala de visita dos reitores e Capela do colégio (uma das mais belas obras de arte do Mosteiro).

É a primeira vez que o mosteiro de São Bento, fundado em 1598 recebe uma exposição de arte contemporânea. o objetivo e unir arte e espiritualidade – que sempre estiveram juntas. A Igreja sempre caminhou junta com a arte. nus últimos anos tem se aproximado cada vez maios da arte contemporânea, que possui uma riqueza sem igual.

Realizadas individualmente ou em parceria, as obras criam um percurso que revela ao público as dependências do Mosteiro, fundado no início do século passado na região central da capital. Apresentando pinturas, fotografias, vídeos e instalações a mostra revelará um Mosteiro de São Bento desconhecido de muitos.

O Mosteiro de São Bento marca a História dos paulistanos e se impõe pela beleza de seu conjunto arquitetônico e artístico. Projetado em 1910 pelo arquiteto alemão Richard Berndl, da Academia de Artes de Munich, o prédio traz a marca da recuperação histórica da arquitetura monástica, pretendida na época. Retoma o estilo românico que caracteriza as grandes abadias européias do passado.

Detalhe da Portaria

A exposição Arte Espiritualidade foi contemplada pelo Edital Arte e Patrimônio 2009, uma iniciativa do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), por meio do Paço Imperial. O Edital integra o Programa Brasil Arte Contemporânea do Ministério da Cultura, e tem o patrocínio exclusivo da Petrobras.

Sobre as obras expostas
No primeiro piso da exposição, José Spaniol apresenta obras da série balanças e lousas nas salas do Parlatório do Mosteiro. Para o teatro, Spaniol e Giannotti criaram uma vídeoinstalação sobre o tempo. Nas salas subseqüentes, os artistas Marco Giannotti e Carlos Eduardo Uchôa apresentam pinturas de grande escala e duas interpretações distintas sobre a via Crucis em 14 estações. O segundo andar traz uma série de fotografias de Uchoa sobre imagens refletidas que foram escolhidas para a exposição, com destaque para as imagens em “looping” instaladas em dois monitores.

O encerramento da visitação é no terceiro andar, com uma instalação de Uchoa e Spaniol dentro da Capela e que tem como tema o céu e o inferno. Todas as obras, mediante suas variações técnicas, investigam o papel da espiritualidade no mundo contemporâneo. O projeto conta ainda com um bate-papo entre os artistas no dia 07 de fevereiro, às 11h, no teatro do Mosteiro.

Você poderá apreciar algumas imagens da exposição no Mosteiro de São Bento pelo Site:

http://entretenimento.uol.com.br/album/arte_espiritualidade_album.jhtm

Visitação Monitorada: das 13:00h às 17:00h, até 21 de Fevereiro de 2010, quando se encerra a exposição. ENTRADA FRANCA.

Publicado em:  on 23 23UTC janeiro 23UTC 2010 at 16:43 Deixe um comentário